As melhores leituras do ano

A Gazeta do Povo publicou hoje uma lista com 5 livros indicados por empresários e executivos paranaenses. Confira a dica Brain:

Entenda por que Fábio considera o livro importante: “Talvez a frase que resuma o pensamento do livro seja: ‘Na Idade Média, os alquimistas tentavam transformar metais básicos em ouro. A alquimia moderna buscou a transformação de hipotecas subprime de alto risco em produtos de cotação AAA’. Com este pano de fundo, o livro narra, com muita precisão, como a crise que estamos (o mundo) vivendo desde 2008 era não apenas previsível, como provável, derivada da ação pensada e articulada do mercado financeiro global com o poder público nos países desenvolvidos. Como não poderia deixar de acontecer com um livro do Stiglitz, na última parte ele coloca as suas recomendações de como tirar o mundo deste atoleiro”.

Venda de apartamentos de luxo quadriplica em Curitiba

No dia 17 de outubro, o jornal METRO Curitiba publicou uma página sobre o grande aumento das vendas de apartamentos de luxo na cidade.

A pesquisa, coordenada por Fábio Araújo para a Ademi-PR, mostrou que em julho de 2009 havia apenas 97 unidades no valor acima de R$1 milhão, número que passou para 763 no mesmo mês de 2011. Com isso, também o VGV (Volume Geral de Vendas) subiu de R$349,7 milhões para R$1,47 bilhão nos últimos dois anos.

Fábio explicou ao jornal que o mercado de luxo é de alto risco, portanto as construtoras só investem quando têm certeza de venda. O aumento das vendas aconteceu porque havia uma demanda reprimida e agora esse crescimento tende a ser menor, havendo uma certa acomodação no número de lançamentos.

Os edifícios de apartamentos de luxo estão concentrados nos bairros do Água Verde, Batel, Cabral, Juvevê, Alto da XV e Ecoville, e possuem como perfil de comprador aquela família que geralmente já possui um apartamento de três quartos, no valor médio de R$400 mil e ainda possui uma economia em dinheiro. “É gente que quer algo mais moderno. Hoje temos piso aquecido, persianas em PVC, vidros duplos, automatização de luz e som. Se fizer uma reforma, não fica a mesma coisa”, explica Araújo.

Construções mistas são aposta em Curitiba

Está havendo em Curitiba um destaque para os empreendimentos mistos, àqueles que oferecem tanto unidades residenciais como comerciais e/ou corporativas. A tendência dos empreendimentos mistos vem de cidades grandes e cosmopolitas, onde é muito am­­pla a área para construir, afirmou à Gazeta do Povo o sócio da BRAIN e analista do mercado imobiliário, Fábio Tadeu Araújo. Investir muitas unidades em apenas um segmento é perigoso. “Quando se di­­lui o produto, se dilui os riscos. Se a oferta é menor, maior será a velocidade de venda”, afirma.

Pelo menos 4 grandes empreendimentos deste tipo foram lançados em Curitiba nos últimos 2 anos e a BRAIN participou com estudos de mercado e/ou qualitativos de produtos na maioria deles: Neo Superquadra, empreendimento lançado no Centro Cívico pelo Grupo Noster em 2009; o City Centro Cívico, sucesso de vendas deste segundo semestre das incorporadoras Monarca e Sthulberger; além do futuro lançamento da Thá, o 7th Avenue, localizado na Sete de Setembro, projeto que inclusive contribuirá com a revitalização da região, por meio da restauração completa da famosa “Ponte Preta”, a antiga ponte ferroviária na Avenida João Negrão.

Cadê o meu dinheiro?

por Jorge Luis Prado

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Atuando nos últimos 20 anos como executivo de banco, consultor financeiro, empresário e professor universitário tenho tido a oportunidade de conviver diariamente com pessoas e empresas em busca de soluções para seus problemas financeiros.

Entre os problemas mais comuns está a constante falta de dinheiro. Esta reclamação é generalizada do jovem ao aposentado, da família assalariada ao empresário, dos empreendedores autônomos aos profissionais liberais. Mas por que as pessoas reclamam tanto? Por que afirmam que o salário não chega até o final do mês?

Algumas pessoas acabam incorporando produtos financeiros como o cheque especial e o cartão de crédito em sua renda mensal, além disso, tomam empréstimos em bancos, financeiras e lojas, chegando a alguns casos assumirem o pagamento de juros superiores a 400% ao ano.

Durante estas duas últimas décadas de trabalho identifiquei alguns grandes erros destas pessoas “pobres”:

1.    Desprezo dos pequenos valores: Você já teve a sensação que ao trocar uma nota de R$ 50,00 por cinco notas de R$ 10,00, seu dinheiro desapareceu em poucas horas e você não consegue lembrar onde e como gastou?

2.    Desprezo de uma boa negociação: Por que as pessoas não negociam melhores preços ou prazos na hora de uma compra? Esta prática deve fazer parte do nosso cotidiano, da compra de um imóvel até na hora de pagar o almoço diário, devemos estar constantemente negociando. Em todos os setores, produtos ou serviços, sempre existem margens para uma negociação melhor do que a primeira apresentada. Portanto: Quem não chora não mama!

3.    Não ter um planejamento definido: Temos que nos localizar – Onde estou? Aonde quero chegar? Qual é o melhor caminho? Após definidas estas etapas ficará muito mais fácil elaborar um planejamento financeiro, que é processo de gerenciar seu dinheiro para alcançar seus objetivos no decorrer da vida, até uma aposentadoria independente e feliz. Planejar possibilita que você assuma o controle de sua vida e a direcione para o caminho que mais o agradar.

4.    Desconhecer os tipos de investimentos disponíveis: Não são somente as pessoas endividadas e que estão pagando juros que perdem dinheiro. Existem muitos investidores que por comodidade ou por desconhecerem o mercado financeiro, acabam investindo de maneira incorreta e com isso deixam de ganhar muito dinheiro.

5.    O momento é agora: Outro erro que a maioria das pessoas comete é fazer o planejamento financeiro somente quando já está endividada e no mundo das finanças não existe milagre, há somente duas soluções: ganhamos mais ou gastamos menos! Qual é a mais fácil?

O nosso objetivo aqui é não transformá-lo no “Tio Patinhas”, mas ajudá-lo a elaborar um planejamento financeiro de curto, médio e longo prazo. Um planejamento que lhe permita fazer investimentos para o futuro, trazendo-lhe tranqüilidade e paz de espírito e, ao mesmo tempo, ajudá-lo a planejar a compra da casa própria, a troca do carro ou uma viagem com a família.

Se você quiser receber uma planilha financeira para aplicar já em 2012 e as seis estratégias para a conquista da independência financeira ou deseja investir melhor seu dinheiro, envie um e-mail para jorge@brain.srv.br.

Filme e crianças

Por Marcos Kahtalian
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As dez maiores bilheterias dos cinemas brasileiros até meados de setembro de 2011 foram de filmes direcionados ao público infantojuvenil. Entre esses títulos contam-se quatro animações – inclusive RIO, a maior renda – e também Os Smurfs, Carros 2 e Kung Fu Panda, pela ordem de faturamento. Os dados do portal Filme B, principal fonte de referência estatística para o cinema brasileiro, apontam ainda Harry Potter parte 2, Transformers, Velozes e Furiosos 5, Piratas do Caribe 4, Capitão América e Enrolados como os principais títulos assistidos até o momento.
Embora seguramente muitos desses filmes tenham escopo de público bastante amplo em termos de faixa etária, é clara uma orientação de programação familiar, com grande apelo ao universo infantil e teen. É que há muito se sabe que se o filme é infantil, são os pais que pagam – e levam os filhos às salas – e nesse sentido, os grandes sucessos de público contemplam vários níveis de fruição, para espelhar a diversidade da audiência. Assim, em um filme, ao mesmo tempo que há uma “gag” de apelo imediato, há também comentários, alusões e referências na trama que se dirigem aos mais velhos, aos parentes que juntos assistem às sessões.
Como cinema é um programa ainda muito restrito à renda da população, justamente com o crescimento da renda nacional, tem aumentado o volume de público: em 2010 foram mais de 130 milhões de ingressos vendidos e no primeiro semestre deste ano, o crescimento em relação ao ano passado foi superior a 30%. Isso significa: mais crianças e jovens indo ao cinema, quase sempre acompanhados de seus familiares.
Mas é claro que o fenômeno do público infantojuvenil não precisa ficar restrito apenas às salas de cinema: boa programação, em qualquer área, sempre capta a atenção desse público, como tantas exposições, peças teatrais, livros e outras obras culturais têm demonstrado. Uma boa olhada neste guia é o começo da escolha de um excelente programa. Ou uma boa desculpa para os pais saírem com seus filhos, relembrando também sua infância e aqueles filmes que eles mesmos viam – Trapalhões, Star Wars e tantos outros que marcaram gerações.
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Opinião originalmente publicada na edição de outubro/2011 do Guia Curitiba Apresenta, da Fundação Cultural de Curitiba.

BRAIN realiza pesquisa imobiliária na Feira de Imóveis PR

A BRAIN realizou durante a 20ª Feira de Imóveis do Paraná uma pesquisa com mais de 1.000 visitantes que estavam buscando por imóveis. O evento, promovido pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (ADEMI-PR), ocorreu entre os dias 28 de setembro e 2 de outubro. A expectativa era de que aproximadamente 40.000 pessoas comparecessem ao Expo Unimed Curitiba. Assim como a própria ADEMI, muitos dos expositores presentes são clientes da BRAIN.

O resultado da pesquisa será apresentado em novembro deste ano, durante o evento de lançamento do “Perfil Imobiliário 2011” e mostrará o perfil do comprador e do imóvel procurado pelo curitibano.

A BRAIN agradece a todos que colaboraram com a pesquisa. Em breve divulgaremos também o nome do respondente ganhador do “iPod Touch 8GB”.

Cultura de Serviços

Por Marcos Kahtalian

A maior parte de nossa economia já é uma economia de serviços. Este setor já representa mais de 60% de participação no PIB brasileiro e, como em ouras economias como a americana, onde este percentual é de mais de 80%, acredita-se que esta participação deva subir ainda mais. Cabe, portanto, aqui uma indagação relevante. Temos uma cultura orientada para a prestação de serviços de qualidade, quando comparada com outros países?

Bem, a resposta é complexa. Se entendermos cultura de serviços como a dimensão que alguns autores chamam de empatia e disposição para o serviço, então temos uma boa cultura de serviços. Refiro-me aqui ao chamado “bom atendimento”, ou “cortesia”, como é conhecido no senso comum – a flexibilidade por vezes favorável e amistosa para atender clientes de forma mais próxima e empática.

De fato, como muitos autores salientam, serviços estão imersos na cultura local, pois são executados por pessoas e refletem as crenças de uma população. No Brasil imagina-se e espera-se que um atendente terá boa vontade em atendê-lo em um restaurante, uma panificadora, um salão de beleza, um consultório médico, etc – o contrário é exceção. É bastante comum, por contraste, a reclamação de brasileiros quando viajam, com uma suposta indiferença ou desinteresse de estrangeiros em ouvi-los e atendê-los de forma cordial.

Ora, esta é a visão positiva do serviço. Teríamos uma boa cultura de serviços porque somos mais amigáveis com pessoas. Contudo, outra visão também pode emergir aqui: a de que não temos de verdade uma cultura de serviços, pois sistematicamente o consumidor é desrespeitado em suas demandas, porque diversas empresas não cumpririam os requisitos mínimos de uma promessa de serviços. Explicando melhor: o que importa, para quem compra um serviço, digamos uma passagem de avião ou um horário no médico é a capacidade do fornecedor entregar consistentemente sua promessa com confiabilidade de desempenho. Explicitamente: com confiabilidade no prazo, no tempo, no resultado do serviço, etc.

Ou seja, clientes não compram boa vontade, mas sim compram desempenho. Clientes não desejam um sorriso simpático em lugar de um serviço executado como proposto. Por esta visão, mais ligada à performance, teríamos uma péssima cultura de serviços, pois justificamos eternamente nosso mau desempenho de acordo com as mais variadas circunstâncias.

O que precisamos então? Um pouco dos dois, claro. Um excelente desempenho (afinal, foi para isso que você pagou pelo serviço), com um atendimento amigável. Não é óbvio?

Não, infelizmente não é óbvio, porque de fato, não temos cultura de serviços.

Condomínios Logísticos

Com as indústrias saindo do eixo Rio–São Paulo, o Sul se torna uma boa opção para fixar novos Centros de Distribuição. Atualmente, a Região Sul concentra cerca de 15% dos centros logísticos brasileiros, atrás apenas do Sudeste (60%).

Segundo entrevista concedida à Gazeta do Povo por José Vicente Melo, consultor BRAIN, a Região Metropolitana de Curitiba tem grandes vantagens para atrair esse tipo de empreendimento, por ser cortada por várias rodovias. “Os centros de distribuição não necessariamente precisam ficar nas rodovias, mas muito próximos delas e com fácil acesso ao centro. Aqui, temos toda a região dos contornos da cidade, além da Cidade Industrial e as proximidades da BR-376. As empresas precisam estar perto das entradas e saídas da cidade.”

Assim, como ainda há na Região Metropolitana de Curitiba uma escassez desse tipo de empreendimento, grandes empresas buscam em investir nos chamados condomínios logísticos. Atualmente, a BRAIN está desenvolvendo um estudo para a Paysage.

Por uma maior verticalização de Curitiba

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O presidente da Ademi-PR (Associação dos Dirigente de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná), Gustavo Selig, defende que a lei de zoneamento de Curitiba deve mudar porque o índice de verticalização da cidade é baixo em relação a sua extensão territorial.

“Há muito mercado para a verticalização e é preciso uma mudança urgente na lei de zoneamento para que isto avance e se evitem os vazios urbanos e a desvalorização de algumas regiões”, defende Selig.

“No modelo atual, a legislação impossibilita o crescimento do setor comercial, que é tendência na produção imobiliária em regiões ao redor do centro de Curitiba”, diz.

Ele defende mudanças nas ZRs 3 e 4, por exemplo. “A última atualização da Lei de Zoneamento, em Curitiba, foi em 2000.”

Texto extraído da edição do dia 21/09/2011, do jornal Metro.

Novo índice de preços medirá eventual bolha no mercado imobiliário

A expansão do crédito imobiliário, assim como o crescimento do segmento e discussões em torno de uma eventual formação de bolha no setor levou o governo federal a criar um índice de preços de imóveis. O decreto 7.565, que estabelece sua criação e ma­­nutenção, foi publicado na última sexta-feira no Diário Oficial da União. As definições de metodologia de cálculo, implementação, manutenção e aprimoramento, ficarão a cargo do Insti­tu­to Brasileiro de Geografia e Es­­tatística (IBGE). O cronograma ainda será definido e não há previsão sobre data de publicação das primeiras estatísticas.

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Informação extraída da edição de hoje, da Gazeta do Povo.

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