Nova Linha Verde prevê Vila Olímpica.
Captação de recursos na Bolsa de Valores viabilizaria a construção de estrutura esportiva e de convivência. Fábio Tadeu Araújo, sócio consultor da BRAIN e consultor da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário no Estado do Paraná (Ademi-PR), diz acreditar que o potencial construtivo ofertado pela prefeitura será bem recebido pelo mercado. O fato de que o dinheiro captado com a venda dos títulos deve obrigatoriamente ser aplicado na Linha Verde é bem visto. “Assim, a região se valoriza. O crescimento será induzido”, diz. O prazo de conclusão das obras é de até 30 anos.
Para ver matéria completa, http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1237494&tit=Nova-Linha-Verde-preve-Vila-Olimpica-
O imóvel que o curitibano quer… não existe.
Pesquisa Sinduscon-PR aponta que compradores procuram imóvel de até R$ 250 mil, algo bastante difícil de encontrar atualmente. Marcos Kahtalian, sócio consultor da BRAIN, comenta sobre o assunto no jornal Gazeta do povo.
Veja matéria completa em http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1237119&tit=O-imovel-que-o-curitibano-quer-nao-existe
Feira do Empreendedor – SEBRAE – PR
Por Lucas Bender
Consultor Jr da BRAIN
A BRAIN realizou, a pedido do SEBRAE-PR, um estudo baseado em análises de pesquisas da própria instituição, com o intuito de traçar diretrizes e “ideias mobilizadoras” para a Feira do Empreendedor que será realizada na cidade de Curitiba, em 2013. Nossa equipe analisou o Relatório do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) sobre o empreendedorismo no Brasil em comparação a outros países. Para dar melhores embasamentos a estas diretrizes e também explorou dados sobre a Economia Paranaense (PIB, Setores, Estabelecimentos, Emprego, Consumo, Frota de veículos, etc). Desta forma, foram definidas linhas de atuações específicas voltadas para o público da feira, alinhando assim as suas expectativas e necessidades, juntamente com perspectivas de crescimento da Economia do Estado do Paraná.
ECONOMIA – Da barra ao ovo, preço do chocolate é multiplicado por 5
No período da Páscoa, preço do chocolate pode ser multiplicado por 5. Fábio Tadeu Araújo, sócio consultor da BRAIN, comenta sobre o assunto: “É o momento da Páscoa. A procura maior também colabora com o aumento. Algumas vezes até barras de chocolate ficam mais caras na Páscoa. A única saída é pesquisar, fazendo uma lista do que se precisa e comparando preços”.
Confira a matéria completa em www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml
Evite a “Gestão do Erro”
Por Raul Zanon
Inteligência em Recursos Humanos da BRAIN
Diante de um mercado altamente competitivo, onde a necessidade de inovar é constante e acelerada, consideramos os recursos humanos que compõem a organização uma das principais fontes de vantagem competitiva e até de sobrevivência neste mercado. Com este cenário, o desafio é buscar no mercado de trabalho pessoas capacitadas para a função, no aspecto comportamental e técnico, e em seguida mantê-las na organização, buscando um ambiente favorável para inovação, consolidando o capital intelectual em sua empresa.
Não raro, vejo nossos clientes ou colegas desenvolvendo em seus processos de avaliação de desempenho, feedbacks e nos planos de treinamentos um foco único e exclusivo nos ”pontos fracos” dos funcionários, desconsiderando os pontos fortes, como se este não fizesse parte do diagnóstico de desempenho do indivíduo. Esse foco exagerado, no que o funcionário “não tem”, chamamos de “Gestão do Erro”.
A “Gestão do Erro”, além de ser desmotivadora para o funcionário, faz com que a empresa invista em treinamentos que não necessariamente venham a agregar valor e aprendizagem para o indivíduo e, consequentemente, resultados para a empresa. Por outro lado, se potencializarmos os pontos fortes com treinamentos e feedbacks, aumentamos as chances deste profissional entregar seus resultados com maior qualidade e agilidade, sem contar o aspecto motivacional.
Gostaria de deixar claro que não podemos nos esquecer dos pontos fracos, mas investirmos nos pontos fortes dos nossos funcionários pode ser um aspecto motivador e produtivo.
Fique ligado!
As melhores leituras do ano
A Gazeta do Povo publicou hoje uma lista com 5 livros indicados por empresários e executivos paranaenses. Confira a dica Brain:
Entenda por que Fábio considera o livro importante: “Talvez a frase que resuma o pensamento do livro seja: ‘Na Idade Média, os alquimistas tentavam transformar metais básicos em ouro. A alquimia moderna buscou a transformação de hipotecas subprime de alto risco em produtos de cotação AAA’. Com este pano de fundo, o livro narra, com muita precisão, como a crise que estamos (o mundo) vivendo desde 2008 era não apenas previsível, como provável, derivada da ação pensada e articulada do mercado financeiro global com o poder público nos países desenvolvidos. Como não poderia deixar de acontecer com um livro do Stiglitz, na última parte ele coloca as suas recomendações de como tirar o mundo deste atoleiro”.
Venda de apartamentos de luxo quadriplica em Curitiba
No dia 17 de outubro, o jornal METRO Curitiba publicou uma página sobre o grande aumento das vendas de apartamentos de luxo na cidade.
A pesquisa, coordenada por Fábio Araújo para a Ademi-PR, mostrou que em julho de 2009 havia apenas 97 unidades no valor acima de R$1 milhão, número que passou para 763 no mesmo mês de 2011. Com isso, também o VGV (Volume Geral de Vendas) subiu de R$349,7 milhões para R$1,47 bilhão nos últimos dois anos.
Fábio explicou ao jornal que o mercado de luxo é de alto risco, portanto as construtoras só investem quando têm certeza de venda. O aumento das vendas aconteceu porque havia uma demanda reprimida e agora esse crescimento tende a ser menor, havendo uma certa acomodação no número de lançamentos.
Os edifícios de apartamentos de luxo estão concentrados nos bairros do Água Verde, Batel, Cabral, Juvevê, Alto da XV e Ecoville, e possuem como perfil de comprador aquela família que geralmente já possui um apartamento de três quartos, no valor médio de R$400 mil e ainda possui uma economia em dinheiro. “É gente que quer algo mais moderno. Hoje temos piso aquecido, persianas em PVC, vidros duplos, automatização de luz e som. Se fizer uma reforma, não fica a mesma coisa”, explica Araújo.
Construções mistas são aposta em Curitiba
Está havendo em Curitiba um destaque para os empreendimentos mistos, àqueles que oferecem tanto unidades residenciais como comerciais e/ou corporativas. A tendência dos empreendimentos mistos vem de cidades grandes e cosmopolitas, onde é muito ampla a área para construir, afirmou à Gazeta do Povo o sócio da BRAIN e analista do mercado imobiliário, Fábio Tadeu Araújo. Investir muitas unidades em apenas um segmento é perigoso. “Quando se dilui o produto, se dilui os riscos. Se a oferta é menor, maior será a velocidade de venda”, afirma.
Pelo menos 4 grandes empreendimentos deste tipo foram lançados em Curitiba nos últimos 2 anos e a BRAIN participou com estudos de mercado e/ou qualitativos de produtos na maioria deles: Neo Superquadra, empreendimento lançado no Centro Cívico pelo Grupo Noster em 2009; o City Centro Cívico, sucesso de vendas deste segundo semestre das incorporadoras Monarca e Sthulberger; além do futuro lançamento da Thá, o 7th Avenue, localizado na Sete de Setembro, projeto que inclusive contribuirá com a revitalização da região, por meio da restauração completa da famosa “Ponte Preta”, a antiga ponte ferroviária na Avenida João Negrão.
Cadê o meu dinheiro?
por Jorge Luis Prado
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Atuando nos últimos 20 anos como executivo de banco, consultor financeiro, empresário e professor universitário tenho tido a oportunidade de conviver diariamente com pessoas e empresas em busca de soluções para seus problemas financeiros.
Entre os problemas mais comuns está a constante falta de dinheiro. Esta reclamação é generalizada do jovem ao aposentado, da família assalariada ao empresário, dos empreendedores autônomos aos profissionais liberais. Mas por que as pessoas reclamam tanto? Por que afirmam que o salário não chega até o final do mês?
Algumas pessoas acabam incorporando produtos financeiros como o cheque especial e o cartão de crédito em sua renda mensal, além disso, tomam empréstimos em bancos, financeiras e lojas, chegando a alguns casos assumirem o pagamento de juros superiores a 400% ao ano.
Durante estas duas últimas décadas de trabalho identifiquei alguns grandes erros destas pessoas “pobres”:
1. Desprezo dos pequenos valores: Você já teve a sensação que ao trocar uma nota de R$ 50,00 por cinco notas de R$ 10,00, seu dinheiro desapareceu em poucas horas e você não consegue lembrar onde e como gastou?
2. Desprezo de uma boa negociação: Por que as pessoas não negociam melhores preços ou prazos na hora de uma compra? Esta prática deve fazer parte do nosso cotidiano, da compra de um imóvel até na hora de pagar o almoço diário, devemos estar constantemente negociando. Em todos os setores, produtos ou serviços, sempre existem margens para uma negociação melhor do que a primeira apresentada. Portanto: Quem não chora não mama!
3. Não ter um planejamento definido: Temos que nos localizar – Onde estou? Aonde quero chegar? Qual é o melhor caminho? Após definidas estas etapas ficará muito mais fácil elaborar um planejamento financeiro, que é processo de gerenciar seu dinheiro para alcançar seus objetivos no decorrer da vida, até uma aposentadoria independente e feliz. Planejar possibilita que você assuma o controle de sua vida e a direcione para o caminho que mais o agradar.
4. Desconhecer os tipos de investimentos disponíveis: Não são somente as pessoas endividadas e que estão pagando juros que perdem dinheiro. Existem muitos investidores que por comodidade ou por desconhecerem o mercado financeiro, acabam investindo de maneira incorreta e com isso deixam de ganhar muito dinheiro.
5. O momento é agora: Outro erro que a maioria das pessoas comete é fazer o planejamento financeiro somente quando já está endividada e no mundo das finanças não existe milagre, há somente duas soluções: ganhamos mais ou gastamos menos! Qual é a mais fácil?
O nosso objetivo aqui é não transformá-lo no “Tio Patinhas”, mas ajudá-lo a elaborar um planejamento financeiro de curto, médio e longo prazo. Um planejamento que lhe permita fazer investimentos para o futuro, trazendo-lhe tranqüilidade e paz de espírito e, ao mesmo tempo, ajudá-lo a planejar a compra da casa própria, a troca do carro ou uma viagem com a família.
Se você quiser receber uma planilha financeira para aplicar já em 2012 e as seis estratégias para a conquista da independência financeira ou deseja investir melhor seu dinheiro, envie um e-mail para jorge@brain.srv.br.
Filme e crianças
Por Marcos Kahtalian
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As dez maiores bilheterias dos cinemas brasileiros até meados de setembro de 2011 foram de filmes direcionados ao público infantojuvenil. Entre esses títulos contam-se quatro animações – inclusive RIO, a maior renda – e também Os Smurfs, Carros 2 e Kung Fu Panda, pela ordem de faturamento. Os dados do portal Filme B, principal fonte de referência estatística para o cinema brasileiro, apontam ainda Harry Potter parte 2, Transformers, Velozes e Furiosos 5, Piratas do Caribe 4, Capitão América e Enrolados como os principais títulos assistidos até o momento.
Embora seguramente muitos desses filmes tenham escopo de público bastante amplo em termos de faixa etária, é clara uma orientação de programação familiar, com grande apelo ao universo infantil e teen. É que há muito se sabe que se o filme é infantil, são os pais que pagam – e levam os filhos às salas – e nesse sentido, os grandes sucessos de público contemplam vários níveis de fruição, para espelhar a diversidade da audiência. Assim, em um filme, ao mesmo tempo que há uma “gag” de apelo imediato, há também comentários, alusões e referências na trama que se dirigem aos mais velhos, aos parentes que juntos assistem às sessões.
Como cinema é um programa ainda muito restrito à renda da população, justamente com o crescimento da renda nacional, tem aumentado o volume de público: em 2010 foram mais de 130 milhões de ingressos vendidos e no primeiro semestre deste ano, o crescimento em relação ao ano passado foi superior a 30%. Isso significa: mais crianças e jovens indo ao cinema, quase sempre acompanhados de seus familiares.
Mas é claro que o fenômeno do público infantojuvenil não precisa ficar restrito apenas às salas de cinema: boa programação, em qualquer área, sempre capta a atenção desse público, como tantas exposições, peças teatrais, livros e outras obras culturais têm demonstrado. Uma boa olhada neste guia é o começo da escolha de um excelente programa. Ou uma boa desculpa para os pais saírem com seus filhos, relembrando também sua infância e aqueles filmes que eles mesmos viam – Trapalhões, Star Wars e tantos outros que marcaram gerações.
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Opinião originalmente publicada na edição de outubro/2011 do Guia Curitiba Apresenta, da Fundação Cultural de Curitiba.




